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Viana quer incubadora de indústrias criativas para fixar jovens "talentos" no concelho

A Câmara Municipal e a Associação Empresarial de Viana do Castelo (AEVC) apresentaram, ontem, o projeto de uma incubadora de indústrias criativas a candidatar aos novos fundos comunitários, para fixar mais jovens “talentosos” no concelho.

«Estamos num momento de posicionamento estratégico face ao atual quadro comunitário que é muito dedicado à inovação e tecnologia (…) e de transferência tecnológica das universidade e dos institutos politécnicos para a comunidade. Entendemos que era o momento de anunciar que iremos apresentar, conjuntamente, uma candidatura a este quadro comunitário para a Incubadora do Alto Minho», anunciou o presidente da Câmara Municipal.

O socialista José Maria Costa, que falava em conferência de imprensa, realizada na autarquia, adiantou que o «projeto pretende identificar talentos, ideias, projetos e iniciativas empresariais que possam surgir em espaço académico e transitar para espaços de acolhimento» que vão ser criados no âmbito daquela candidatura.

«O que pretendemos (…) é acarinhar os talentos dos jovens que têm ideias, projetos e iniciativas e, por outro lado, procurar através desta interação entre município, associação empresarial e o meio científico potenciar a instalação de novas empresas», sustentou.

O Instituto Politécnico de Viana do Castelo (IPVC), o Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores – Tecnologia e Ciência (INESC) do Porto, a Escola Superior Gallaecia (ESG), e as Universidades do Minho e do Porto, serão as instituições convidadas a integrar a Incubadora Criativa do Alto Minho.

«Quando abrimos esta incubadora a várias escolas e universidade é porque queremos atrair jovens vianenses que estão a estudar no Porto, em Aveiro, no Minho ou em Trás-os-Montes que possam vir também a desenvolver o conhecimento, o seu potencial e o seu talento para Viana do Castelo», frisou.

Multimédia, economia digital, eficiência energética e energias alternativas, arquitetura, “design”, robótica, náutica e recursos marítimos, regeneração urbana e academia de internacionalização serão os setores de intervenção da incubadora.

A futura incubadora terá três locais de acolhimento dos “negócios criativos”, sendo que o primeiro será criado dentro das escolas e universidades que decidirem integrar o projeto.

A candidatura aos fundos comunitários contemplará ainda a criação de um espaço no centro histórico da cidade e, outro, em contexto empresarial, no parque empresarial de Lanheses.

«Estamos certos que estamos a dar um contributo importante para a fixação de mais jovens no nosso território, a ser mais empreendedores e a aproveitar melhor os nossos recursos», afirmou.

A criação desta incubadora criativa resulta do projeto Viana Criativa, promovido pela autarquia, pela associação empresarial e pelo instituto politécnico local em 2013.

«Demorámos mais tempo a avançar com a incubadora para reunirmos as condições necessárias para podermos passar das ideias de negócios a empresas consolidados que representem valor acrescentado no mercado. Nesta altura, temos essas condições em Viana do Castelo, e no Alto Minho, para alicerçar e cimentar ideias de negócios», afirmou o presidente da AEVC, Luís Ceia.

Diário do Minho, 24 de fevereiro de 2015

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